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	<title>PortalJA &#187; Bíblia</title>
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	<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:29:25 +0000</pubDate>
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		<title>Poligamia</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 16:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[poligamia]]></category>

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Onde surgiu a poligamia?
&#8220;Recebendo a maldição de Deus, Caim se retirou da casa do pai. Escolheu a princípio para si a ocupação de cultivador do solo, e então fundou uma cidade, chamando-a pelo nome de seu filho mais velho. Saíra da presença do Senhor, rejeitara a promessa do Éden restaurado, a fim de buscar suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Poligamia" src="http://www.portalja.com.br/site/wp-content/themes/tma/images/latest/poligamia.jpg" alt="" width="470" height="175" /></p>
<p>Onde surgiu a poligamia?</p>
<p>&#8220;Recebendo a maldição de Deus, Caim se retirou da casa do pai. Escolheu a princípio para si a ocupação de cultivador do solo, e então fundou uma cidade, chamando-a pelo nome de seu filho mais velho. Saíra da presença do Senhor, rejeitara a promessa do Éden restaurado, a fim de buscar suas posses e alegrias na Terra sob a maldição do pecado, ficando assim à frente daquela grande classe de homens que adoram o deus deste mundo. No que diz respeito aos meros progressos terrestres e materiais, distinguiram-se os seus descendentes. Não tomavam, porém, em consideração a Deus, e estavam em oposição aos Seus propósitos em relação ao homem. Ao crime de assassínio, para o qual Caim abrira o caminho, Lameque, o quinto descendente, acrescentou a poligamia e, desafiador jactancioso, reconhecia a Deus apenas para inferir da vingança sobre Caim a certeza para a sua própria segurança. Abel levara vida pastoral, habitando em tendas ou barracas, e os descendentes de Sete seguiram o mesmo método de vida, considerando-se &#8216;estrangeiros e peregrinos na Terra&#8217;, a buscar uma pátria &#8216;melhor, isto é, a celestial&#8217;. Heb. 11:13 e 16. &#8221; Patriarcas e Profetas, pág. 81</p>
<p>Por que ela surgiu?</p>
<p>&#8220;A poligamia fora logo introduzida, contrária às disposições divinas dadas ao princípio. O Senhor dera a Adão uma só esposa, mostrando Sua ordem a tal respeito. Mas, depois da queda, os homens preferiram seguir os seus próprios desejos pecaminosos; e, como resultado, o crime e a miséria aumentaram rapidamente. Nem a relação do casamento nem os direitos de propriedade eram respeitados. Quem quer que cobiçasse as mulheres ou as posses de seu próximo, tomava-as pela força, e os homens exultavam com suas ações de violência. Deleitavam-se na destruição da vida de animais; e o uso da carne como alimento tornava-os ainda mais cruéis e sanguinolentos, até que vieram a considerar a vida humana com espantosa indiferença.&#8221; Patriarcas e Profetas, págs. 91 e 92</p>
<p>Impressionante?! O pai da fé adotou a poligamia?</p>
<p>&#8220;Abraão aceitara sem pôr em dúvida a promessa de um filho, mas não esperou que Deus cumprisse a palavra no tempo e maneira que Ele o entendia. Foi permitida uma demora para provar sua fé no poder de Deus; mas ele não pôde suportar a prova. Achando impossível que lhe fosse dado um filho em sua avançada idade, Sara sugeriu, como um plano pelo qual o propósito divino poderia cumprir-se, que uma de suas servas fosse tomada por Abraão como segunda mulher. A poligamia se tornara tão espalhada que deixara de ser considerada como pecado; mas nem por isso deixava de ser uma violação da lei de Deus, e era de resultado fatal à santidade e paz na relação da família. Do casamento de Abraão com Hagar resultaram males, não somente para a sua própria casa, mas para as gerações futuras.&#8221; Patriarcas e Profetas, pág. 145</p>
<p>Resultado da poligamia</p>
<p>O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das  várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor.&#8221; Patriarcas e Profetas, pág.209</p>
<p>Deus tolerou a poligamia</p>
<p>&#8220;Durante esses anos de apostasia, o declínio espiritual de Israel progrediu firmemente. Como poderia ser diferente se seu rei havia unido seus interesses com instrumentalidades satânicas? Através dessas instrumentalidades o inimigo operou para confundir a mente dos israelitas com respeito ao verdadeiro e ao falso culto; e eles se tornaram presa fácil. O comércio com outras nações levou-os a íntimo contato com os que não tinham amor a Deus, e seu próprio amor por Ele foi grandemente diminuído. Seu agudo senso do elevado e santo caráter de Deus foi amortecido. Recusando seguir na trilha da obediência,   transferiram sua vassalagem para o inimigo da justiça. Tornou-se comum a prática de intercâmbio matrimonial com idólatras, e os israelitas depressa perderam sua repulsa pela idolatria. A poligamia foi tolerada. Mães idólatras levaram seus filhos a observar ritos pagãos. Na vida de alguns o puro culto religioso instituído por Deus foi substituído pela idolatria do mais negro matiz. &#8221; Profetas e Reis, págs. 58 e 59</p>
<p>Poligamia desfigura a imagem de Deus no homem</p>
<p>&#8220;A poligamia foi praticada em época primitiva. Foi um dos pecados que acarretaram a ira de Deus sobre o mundo antediluviano. Todavia, depois do dilúvio, tornou-se novamente muito espalhada. Era o esforço calculado de Satanás perverter a instituição do casamento, a fim de enfraquecer as obrigações próprias à mesma, e diminuir a sua santidade; pois de nenhuma outra maneira poderia ele com maior certeza desfigurar a imagem de Deus no homem, e abrir as portas à miséria e ao vício.&#8221; pág. 338</p>
<p style="text-align: right;">Felipe Scipião</p>
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		<title>A Torre de Pisa</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 04:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[Deus]]></category>

		<category><![CDATA[fundamento]]></category>

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		<category><![CDATA[princípios]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Torre de Pisa, na Itália, é famosa por sua inclinação, devido a um afundamento do terreno em foi construída. Do alto de seus 56 m, a torre “torta” chega a uma inclinação de cinco graus, que cresce cerca de 20 mm por ano.
Seria possível morar na Torre de Pisa? Como você vai montar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="Texto"><img class="aligncenter" title="Torre de Pisa" src="http://www.portalja.com.br/site/wp-content/themes/tma/images/latest/torre_pisa.jpg" alt="" width="470" height="175" /></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A Torre de Pisa, na Itália, é famosa por sua inclinação, devido a um afundamento do terreno em foi construída. Do alto de seus 56 m, a torre “torta” chega a uma inclinação de cinco graus, que cresce cerca de 20 mm por ano.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Seria possível morar na Torre de Pisa? Como você vai montar um quarto, uma sala? Não dá. O problema está na base. Se você aluga ou compra uma casa, pode reformá-la de acordo com seu gosto: trocar o piso, mudar a cor e até a mesmo a ordem dos cômodos. Mas não é possível modificar os fundamentos da casa, a menos que você a derrube.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Infelizmente, existe muita gente como a Torre de Pisa – gente torta, que não está em cima de uma base sólida. Um pensamento comum para essas pessoas é</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> de que nada é imutável e que não existe verdade absoluta. Mas não podemos esquecer que os fundamentos são feitos para dar sustentação à obra e mantê-la em pé.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esse é o princípio da Lei de Deus, também conhecida como os Dez Mandamentos. Ela reflete parte do caráter de Deus, é o retrato de Sua maneira de pensar. Como um molde que fixa um padrão, a Lei precisa sempre ser colocada diante das pessoas como algo que não muda e uma base sobre a qual a vida deve ser construída.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Num mundo desalinhado pelo pecado, a ação de Satanás sempre trouxe transformações aos conceitos e princípios deixados por Deus. Mesmo depois do pecado, esses princípios eternos visam trazer equilíbrio, ordem e propósito a pessoas, instituições e governos. Quando um deles, até mesmo o menor, é alterado, acontece um desequilíbrio da ordem natural das coisas, desencadeando um processo destrutivo.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Um exemplo é a infidelidade aos votos matrimoniais. Quando uma pessoa escolhe desobedecer aos princípios do casamento, as conseqüências desse ato podem levar à desintegração do casamento, à infelicidade e à má formação dos filhos em razão do mau exemplo. Tudo isso ocorre porque um fundamento foi quebrado.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A Bíblia diz que o homem que edifica sobre a rocha é bem-sucedido. Todo aquele que coloca na vida os Mandamentos de Deus como princípio imutável, é como o homem que edificou sobre a rocha. Assim como uma construção precisa ter fundamento sólido, o cristão precisa conhecer os princípios que não podem ser alterados. Sempre que alguém faz isso, estabelece um compromisso com a verdade, e isso o ajuda a crer cada vez mais.</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Há uma grande necessidade de fundamentos sólidos no mundo de hoje. Ellen White disse: “A maior necessidade do mundo é a de homens [...] que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, <em>Educação</em>, p. 56, 57). Lembre-se de </span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Malaquias 3:6: “</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Porque Eu, o Senhor, não mudo.” Renove sua aliança com Deus e decida mais uma vez ser fiel a Seus Mandamentos!</span></p>
<p class="Texto"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="Autor" style="text-align: right;"><img class="alignright" title="Pr Areli Barbosa" src="http://www.portalja.com.br/site/wp-content/themes/tma/images/authors/pr_areli.jpg" alt="" width="55" height="82" /><span style="font-style: normal;">Areli Barbosa</span></p>
<p class="Autor" style="text-align: right;">Líder de jovens na União Sul-Brasileira</p>
<p class="Autor" style="text-align: right;">areli.barbosa@usb.org.br</p>
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		<title>Abandonado pelo Espírito Santo</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2009/02/06/abandonado-pelo-espirito-santo/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 16:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[abandonado]]></category>

		<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>

		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[
Preciso muito de sua ajuda. Estou triste, com medo, não tenho paz.
Muitas vezes tenho desprezado a voz do Espírito Santo e tenho medo de não
conseguir ouvi-la mais. Não tenho grandes amigos Adventistas, me sinto só,
não tenho forças para manter um relacionamento com Deus.
Não tenho feito o meu melhor, tenho levado uma vida sem compromissos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Abandonado pelo Espírito Santo" src="http://www.portalja.com.br/site/wp-content/uploads/2009/02/abandonoES.jpg" alt="" width="470" height="175" /><br />
Preciso muito de sua ajuda. Estou triste, com medo, não tenho paz.<br />
Muitas vezes tenho desprezado a voz do Espírito Santo e tenho medo de não<br />
conseguir ouvi-la mais. Não tenho grandes amigos Adventistas, me sinto só,<br />
não tenho forças para manter um relacionamento com Deus.<br />
Não tenho feito o meu melhor, tenho levado uma vida sem compromissos e sem<br />
grandes objetivos. Não tenho nenhuma pessoa Adventista para conversar. Meus<br />
amigos não são, e se abrir o jogo com eles, vou dar mal testemunho. Sinto falta<br />
de alguém para conversar.<br />
Tenho quase 20 anos, sou Adventista a menos de um ano e sempre estudei em<br />
colégios Adventistas. Conheço a doutrina da igreja, conheço muito da<br />
bíblia mas me sinto muito vazio. Estou com medo de me afastar de Deus a<br />
ponto de não conseguir mais voltar.<br />
MINHA RESPOSTA PARA VOCÊ:<br />
Você é uma pessoa corajosa e sincera, e pude ver isso Por sua pergunta. Deus gosta<br />
de pessoas assim. Porque é em meio à sinceridade e coragem que há espaço para<br />
Deus e seus milagres.<br />
Não alimente o pensamento de que o Espírito Santo pode deixar você. Enquanto existe<br />
alguém buscando, o Espírito está respondendo. O pecado contra o Espírito Santo, que<br />
as vezes atemoriza, não é Deus deixando o homem, mas o homem deixando a Deus.<br />
Fica claro, por suas palavras, que esse não é seu desejo.<br />
Se porventura o que lhe atemoriza são alguns erros que você não consegue<br />
abandonar, e por isso tem medo de &#8220;cansar a Deus&#8221;, não desista! A paciência de Deus<br />
é diferente da nossa. Ele sempre está disposto a ajudar um pouco mais. Ellen White,<br />
no livro &#8220;Maior Discurso de Cristo&#8221; fala assim: &#8220;Quando pecamos e não temos vontade<br />
de orar, esse é o momento de orar&#8221;. Esse é o momento em que satanás procura<br />
mostrar que você não tem valor, mas Deus não pensa assim. Ele esta sempre disposto<br />
a lhe ouvir e ajudar.<br />
A Bíblia apresenta os dois seres que lutam pela conquista da vida humana. O primeiro<br />
deles é o Espírito Santo, que a Bíblia chama de Consolador. Ele está sempre em busca<br />
de curar as feridas, oferecer uma nova esperança, animar, levantar. Esse nome<br />
representa muito bem o caráter de Deus. Já o outro ser, satánás, a Bíblia o apresenta<br />
como acusador. Sua missão é fazer com que você caia, pague o preço de sua queda,<br />
fique no chão e descubra que não tem valor.<br />
Se você tem ouvido uma voz de desânimo e acusação, não se desepere, pois o inimigo<br />
e acusador quer jogar você para baixo e deixa-lo longe de Deus. Não importa a sua<br />
condição (Isaias 1:18) Deus quer buscar e ajudar você. Ele não vai desistir de você.<br />
Não desista dEle.<br />
Se há um erro a ser vencido, ore a Deus sobre ele, e tome algumas atitudes para<br />
mudar aquilo que tem lhe levado ao erro. Deus vai lhe dar sabedoria e forças para isso.<br />
Agora, não se iluda, um erro antigo não se vence em um momento. Você vai decidir,<br />
buscar ajuda de Deus, começar a mudar, mas ainda vai cair algumas vezes durante o<br />
caminho até conseguir ficar totalmente em pé, mas é assim, de vitória em vitória que<br />
você vai alcançar a vitória final.<br />
Vá em Frente! Deus não vai desistir de você!!<br />
Maranata!<br />
Erton Köhler</p>
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		<title>Diferenças dentro da Bíblia</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2007/12/24/diferencas-dentro-da-biblia/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 12:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franzejr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[O comentarista e autor do livro Manual Bíblico Henry H. Halley, afirma que os quatro evangelhos são a parte mais importante da Bíblia, pois os livros que os precedem são preparatórios, e os que seguem, são explicativos. É a única parte da Bíblia onde há quatro livros acerca de um só pessoa: Jesus Cristo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ressurreição de Jesus é contada de maneira diferente nos quatro evangelhos, compare:<br />
* Mateus 28:1,9, escreve que no primeiro dia, Maria Madalena e outra Maria foram ao sepulcro, e elas o abraçaram e o adoraram. (2 mulheres);<br />
* Marcos 16:1, diz que Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e Salomé foram ao sepulcro. (3 mulheres);<br />
* Lucas 24:10, escreve que Maria Madalena, Joana e Maria mãe de Tiago e as outras. (mais de 3 mulheres);<br />
* João 20:1 afirma que apenas Maria esteve lá de madrugada e viu a pedra removida &#8230; (só Maria).<br />
Não é esta a única diferença que aparece entre os 4 evangelhos. Outro exemplo:<br />
* Mateus 8:28, lemos que dois possessos gerasenos saíram dos sepulcros;<br />
* Marcos 5:1 e 2 lemos apenas um geraseno vindo dos sepulcros;<br />
* E Lucas 8:27, fala de um geraseno vindo da cidade.</p>
<p>E então, são dois ou são um? Ele ou eles vem dos sepulcros ou da cidade?<br />
Outros exemplos ainda poderiam ser citados como um paradoxo dentro dos quatro evangelhos. Como entender estas diferenças dentro da Bíblia? Não seria isto uma prova para se descrer dos escritos sagrados?<br />
O comentarista e autor do livro Manual Bíblico Henry H. Halley, afirma que os quatro evangelhos são a parte mais importante da Bíblia, pois os livros que os precedem são preparatórios, e os que seguem, são explicativos. É a única parte da Bíblia onde há quatro livros acerca de um só pessoa: Jesus Cristo.<br />
<img class="alignleft" src="http://portalja.com.br/imagensduvidas/biblia2.jpg" alt="" width="81" height="256" />As diferenças encontradas entre os escritos dos quatro evangelistas, são antes uma prova de originalidade e credibilidade do que um motivo para descrença.<br />
Quatro pessoas diferentes, de culturas diferentes, de ângulos diferentes, podem notar detalhes que outro não perceba, ou ainda, destacar o que julga mais interessante para o seu público. Reflita amigo ouvinte: Porque 4 evangelista? Não bastava só um? Será que um dos motivos de Deus ter inspirado a quatro homens diferentes, a escrever sobre a vida de Jesus, não nos revela alguma intenção de Deus? O que um autor reprimisse, o outro poderia mencionar, dando mais detalhes, ou fortalecendo os objetivos principais.<br />
Mais um detalhe precioso, note, se a preocupação fosse que os quatro evangelistas fossem literalmente igualzinhos, não seria mais fácil um copiar do outro? Os copistas, que foram ao longo dos séculos montando e traduzindo a Bíblia, não poderiam eles corrigir estas diferenças e deixar os quatro evangelhos iguais sem nenhuma diferença? Poderiam, mas isto não aconteceu, o que é uma prova fantástica da originalidade dos autores. Foi respeitado o que cada um relatou, ao seu modo, sem alterar por gosto ou por correção. Isto é uma prova clara que os evangelhos que lemos hoje, são de fato, o texto integral que os evangelistas escreveram, com todas as suas peculiaridades particulares. Um escrito fidedigno.<br />
Surge então uma dúvida, será que os Escritores da Bíblia, no caso dos Evangelistas, não omitiram alguma verdade fundamental, ou acrescentaram a seu gosto algo comprometedor?<br />
Se estudarmos as diferenças encontradas entre os evangelistas, iremos notar que os pontos de contradição são questões secundárias de detalhes que não acrescentam ou depreciam qualquer verdade fundamental. Notamos que a verdade principal e doutrinária não se altera em nenhum dos evangelhos. Temos que entender que os evangelistas estavam escrevendo sobre a vida de Jesus e os seus ensinos, e o demais, não é o principal. E nenhum deles, se contradiz ao relatar quem era Jesus, o que fazia, e qual era a sua missão.<br />
No caso da pergunta do ouvinte, João relatou que Maria Madalena foi ao sepulcro após a ressurreição de Jesus, outros evangelistas declaram que eram duas ou mais, o que devemos extrair deste texto que nos interessa para a nossa salvação, não é quantas mulheres foram ao túmulo vazio, mas sim o fato que Jesus venceu a morte, venceu o seu arqui inimigo, Ele ressuscitou, esta é a verdade principal. E note, o próprio evangelista João também dá a entender que não era só Maria, o verso seguinte, mostra o plural: v. 2 &#8220;não sabemos onde o puseram&#8221;.<br />
No caso dos dois possessos Gerasenos ou de Gadara, quando um evangelista diz que era apenas um homem possesso, e outro diz que eram dois, o fato principal a se destacar, é o milagre da transformação que Jesus operou, libertando o homem da posse do inimigo, deixando-o calmo, e em perfeito juízo, ou seja, o poder transformador de Jesus.<br />
A explicação que os comentaristas bíblicos apresentam sobre um evangelista dizer que era um, outro evangelista dizer que eram dois que estavam presentes no milagre; ou no caso da ressurreição, um dizer que eram duas mulheres, outro dizer que eram mais do que duas que foram ao sepulcro, pode ser entendida, que entre os participantes deste milagre, um ou mais se destacassem, fazendo com que o evangelista retrate o fato, mencionando somente o personagem que se destacou, e o outro evangelista, mencione todos os envolvidos naquele acontecimento.<br />
E isto não altera a verdade principal do fato em si, que ocorreu de qualquer forma, seja com um, ou dois, ou três ou mais. Dependeu do ângulo que o autor preferiu escrever, ou o que desejou destacar.<br />
Se hoje pegássemos quatro pessoas diferentes, e pedíssemos para escrever a vida de alguém, será que encontraríamos tudo igualzinho nos 4 relatórios? Com certeza não, pois cada um irá relatar o que achar mais necessário e colocará detalhes que o outro de repente, não tenha se percebido. A inspiração de Deus entre os evangelistas é comprovada, pois somente dois deles, foram companheiros pessoais de Jesus, que foram Mateus e João. Os outros dois, escreveram o que ouviram, e alguma coisa que viram. E se pesarmos as semelhanças e as diferenças, notaremos que os pontos fundamentais da fé e da salvação são iguais em todos os evangelhos e em toda a Bíblia, o que varia são pequenos detalhes que não devem jamais comprometer a nossa fé.<br />
Ao termos este prisma, notaremos que as diferenças até são muito poucas, e nada que comprometa a verdade principal de Jesus ser o Messias enviado por Deus, para redimir a raça humana ao reino dos céus, ao reino de Deus.<br />
Lembro ao amigo ouvinte, que os ataques do inimigo a Palavra de Deus sempre foram vigorosos, mas fracassaram. Primeiro o arqui inimigo tentou eliminar as Bíblias, impedir que o homem pudesse lê-la e descobrir a verdade, era proibido ler, as Bíblias eram queimadas, as pessoas eram perseguidas. Depois que as pessoas tiveram livre acesso a Bíblia, o inimigo tenta combater seu conteúdo, dizendo que não é verdadeiro. Mas as profecias e seu conteúdo, se cumprem de maneira mais fiel a cada dia, confirmando a sua veracidade e sua origem Divina. Então resta ao inimigo, procurar encontrar defeitos na Bíblia, na maneira como foi escrita, seus autores, seus ensinos, aparentes contradições, enfim, procura o inimigo de todos os meios, afastar o homem do livro Sagrado, que o desmascara, e mostra que está derrotado. Há um ditado que diz que a mais poderosa arma dos fracos, é a crítica.<br />
E note, o inimigo conhece as Escrituras, pois quando tentou a Jesus no deserto, ele mesmo usou a Bíblia de maneira errada, quando lhe disse: &#8220;Se tu és o filho de Deus, lança-te daqui para baixo. Pois está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito e eles te tomarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra&#8221;.</p>
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		<title>Alma e Ressureição - Imortalidade da Alma</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 14:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[alma]]></category>

		<category><![CDATA[imortalidade]]></category>

		<category><![CDATA[Raquel]]></category>

		<category><![CDATA[ressureição]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem várias razões que nos levam a crer que o termo nêfesh seria melhor traduzido em Gênesis 35:18 como “vida” do que como “alma”. Em primeiro lugar, o próprio relato bíblico da Criação esclarece que o ser humano não possui uma alma, mas é uma “alma [nêfesh] vivente” (Gn 2:7). O mesmo termo (nêfesh) usado em Gênesis 2:7 para referir-se à totalidade do ser humano é empregado também para designar tanto os “seres [nêfesh] viventes”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-87" title="imortalmagrand" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/imortalmagrand.jpg" alt="" width="400" height="165" /></strong></p>
<p><strong>Se os mortos permanecem em estado de inconsciência, como explicar que a ‘alma’ de Raquel saiu dela por ocasião de sua morte? (Gn 35:18)<br />
</strong><em>Por Alberto R. Timm</em></p>
<p>A palavra “alma”, empregada em Gênesis 35:18 por algumas versões da Bíblia (João Ferreira de Almeida, Bíblia de Jerusalém, Lutero [original], Reina-Valera, King James Version, Revised Standard Version, New American Standard Bible), é a tradução do termo hebraico <em>nêfesh</em>. Este termo aparece 755 vezes no Antigo Testamento e foi traduzido em outros textos, pela Versão Almeida Revista e Atualizada (2.ª edição), por exemplo, como “pessoa” (Gn 14:21; Nm 5:6; etc.), “ser” (Gn 1:20; 2:19; 9:10; etc.), “alma” (Gn 2:7; Dt 10:22; etc.) e “vida” (Gn 9:4 e 5; 1Sm 19:5; Sl 31:13; etc.).<br />
Existem várias razões que nos levam a crer que o termo <em>nêfesh </em>seria melhor traduzido em Gênesis 35:18 como “vida” do que como “alma”. Em primeiro lugar, o próprio relato bíblico da Criação esclarece que o ser humano não <em>possui </em>uma alma, mas <em>é </em>uma “alma [<em>nêfesh</em>] vivente” (Gn 2:7). O mesmo termo (<em>nêfesh</em>) usado em Gênesis 2:7 para referir-se à totalidade do ser humano é empregado também para designar tanto os “seres [<em>nêfesh</em>] viventes” que povoam as águas (Gn 1:20) como os animais da terra e as aves do céu (Gn 2:19; 9:10). A despeito de assumir, por vezes, significados mais específicos (Dt 23:24; Pv 23:2; Ec 6:7; etc.), <em>nêfesh </em>jamais é usado para designar qualquer entidade que continue consciente depois de separada do corpo. Pelo contrário, as Escrituras declaram explicitamente que a <em>nêfesh </em>pode morrer (Nm 31:19; Jz 16:30), e que “a alma [<em>nêfesh</em>] que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4).<br />
Comentando o texto de Gênesis 35:18, Derek Kidner declara que “no Antigo Testamento a alma não é concebida como entidade separada do corpo, com existência própria (como no pensamento grego), mas, antes, como a vida, que aqui se esvai” (<em>Gênesis: Introdução e Comentário</em>, São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1979, p. 163). Oscar Cullmann assegura que também no Novo Testamento a esperança de vida eterna não se fundamenta na teoria grega da imortalidade da alma, mas na doutrina bíblica da ressurreição dos mortos (<em>Immortality of the Soul or Resurrection of the Dead? </em>Londres: Epworth, 1958).<br />
Procurando preservar o sentido original do texto bíblico, algumas traduções da Bíblia têm vertido o termo <em>nêfesh</em>, em Gênesis 35:18, por exemplo, como “suspiro” (Bíblia na Linguagem de Hoje, Tradução Ecumênica, New English Bible, Living Bible, New International Version) e “vida” (Moffatt, Lutero [revisada de 1984]). A Tradução Ecumênica (Loyola) verte a parte inicial de Gênesis 35:18 como: “no seu último <em>suspiro</em>, no momento de morrer, ela&#8230;”. E a Bíblia na Linguagem de Hoje diz: “Porém, ela estava morrendo. E, antes de dar o último <em>suspiro</em>&#8230;”. Desta forma, o texto pode ser perfeitamente harmonizado com outras passagens bíblicas que falam que os mortos permanecem em estado de completa inconsciência (ver Sl 115:17; 146:4; Ec 3:9, 20; 9:5, 6 e 10; etc.).<br />
<strong>Fonte: </strong><em>Sinais dos Tempos</em>, maio/junho de 2000. p. 21</p>
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		<title>Todo pecado é igual?</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2007/02/22/todo-pecado-e-igual/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 22:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franzejr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Deus não considera todos os pecados iguais é evidente também no fato de o próprio Deus haver prescrito diferentes sacrifícios no Antigo Testamento para a expiação dos diferentes pecados (ver Lv 1 a 7). Além disso, se todos os pecados fossem iguais, como querem alguns, por que deveriam os ímpios ser punidos no juízo final, “segundo as suas obras” (Ap 20:11-13)? Por que alguns haveriam de ser castigados, naquele juízo, “com muitos açoites” e outros com “poucos açoites” (Lc 12:47-48)? Se os pecados fossem iguais, não receberiam todos o mesmo castigo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="pecado_igual" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/pecado_igual.jpg" alt="" width="400" height="175" /></span></strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">OS PECADOS SÃO IGUAIS?</span></strong></div>
<p><strong>Todos os pecados são iguais aos olhos de Deus?</strong><br />
<em>Por Alberto R. Timm</em></p>
<p>Fundamental para entendermos o problema do pecado é a distinção entre <em>pecado </em>(condição) e <em>pecados </em>(atos pecaminosos). O <em>pecado </em>é uma condição humana de alienação de Deus e um princípio interior propulsor para o mal (ver Is 59:2; Ef 2:1-3 e 5). Esse princípio se manifesta exteriormente através de atos pecaminosos. Cristo declara que “de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura” (Mc 7:21 e 22).<br />
Embora a essência de todos os <em>pecados </em>seja sempre a mesma (alienação de Deus), existem algumas realidades que nos impedem de aceitar a teoria de que todos os pecados são iguais aos olhos de Deus. Uma delas é o processo pelo qual a tentação se transforma em pecado. Esse processo é geralmente composto pelos seguintes estágios: atenção, consideração, desejo, decisão, planejamento e ação. Uma vez que o grau de envolvimento nesse processo pode variar de intensidade, não podemos afirmar que o pecado de alguém que teve apenas um desejo pecaminoso momentâneo, seja tão ofensivo a Deus como o pecado premeditado de Davi com Bate-Seba (ver 2Sm 11).<img id="comeco_r1_c1" class="alignright" src="../imagensduvidas/pecado.jpg" border="0" alt="" /><br />
Que Deus não considera todos os pecados iguais é evidente também no fato de o próprio Deus haver prescrito diferentes sacrifícios no Antigo Testamento para a expiação dos diferentes pecados (ver Lv 1 a 7). Além disso, se todos os pecados fossem iguais, como querem alguns, por que deveriam os ímpios ser punidos no juízo final, “segundo as suas obras” (Ap 20:11-13)? Por que alguns haveriam de ser castigados, naquele juízo, “com muitos açoites” e outros com “poucos açoites” (Lc 12:47-48)? Se os pecados fossem iguais, não receberiam todos o mesmo castigo?<br />
Mas a despeito dos <em>pecados </em>serem distintos entre si, todos eles refletem a mesma essência maligna da alienação de Deus. Isso significa que, por mais insignificante que determinado pecado possa parecer, ele é suficientemente ofensivo para excluir o pecador do reino de Deus.<br />
<strong>Fonte: </strong><em>Sinais dos Tempos</em>, março/abril de 2000. p. 21 (usado com permissão)</p>
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		<title>Por que rebatismo?</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2007/02/16/por-que-rebatismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 21:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na verdade, a prática do rebatismo é adotada pela Igreja Adventista em todo o mundo, não apenas em Angola. O texto que você menciona está em Efésios 4:5: "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo." Numa análise superficial, parece que Paulo está dizendo que as pessoas devem passar pelo batismo uma única vez na vida. Mas pense bem, se fosse essa realmente a interpretação correta do verso, deveríamos aceitar que existe apenas um tipo de fé e que apenas Jeová é reconhecido como Senhor. Entretanto, as coisas não são assim, infelizmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-102" title="rebatismo" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/rebatismo.jpg" alt="" width="400" height="175" /></p>
<p>*PERGUNTA</p>
<p>Vivo em Luanda-Angola, tenho 29 anos de idade.Sou mãe de dois filhos.Pretendo saber porquê que a igreja adventista em Angola exige o rebatismo, se a bíblia diz que &#8221; Há um só batismo, uma só fé e um só Cristo?, não estariamos com esta doutrina do rebatismo crucificar outra vez JESUS?</p>
<p>*RESPOSTA</p>
<p>Na verdade, a prática do rebatismo é adotada pela Igreja Adventista em todo o mundo, não apenas em Angola. O texto que você menciona está em Efésios 4:5: &#8220;Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.&#8221; Numa análise superficial, parece que Paulo está dizendo que as pessoas devem passar pelo batismo uma única vez na vida. Mas pense bem, se fosse essa realmente a interpretação correta do verso, deveríamos aceitar que existe apenas um tipo de fé e que apenas Jeová é reconhecido como Senhor. Entretanto, as coisas não são assim, infelizmente. Existem muitos credos e as pessoas adoram vários senhores. O que Paulo está dizendo aqui, portanto, é que existe apenas um Senhor VERDADEIRO, como existe apenas uma fé VERDADEIRA (a bíblica). Da mesma forma, existe apenas um batismo VERDADEIRO, o prescrito pelas Escrituras (aplicado a pessoas adultas e por imersão nas águas, depois do devido preparo do candidato). Assim, o apóstolo não está dizendo que se deve passar apenas uma vez pelo batismo, mas que se deve receber o batismo verdadeiro, não importando quantas vezes. A Igreja Adventista do Sétimo Dia aplica o rebatismo em caso de rompimento da pessoa com Jesus e com a igreja. Nesse caso, a pessoa está rompendo os votos de compromisso que fez por ocasião do primeiro batismo, devendo renová-los no rebatismo. Na verdade, é até um privilégio a pessoa poder declarar publicamente seu retorno aos braços do Pai e à comunhão da Igreja.</p>
<p>Respondido por: <a href="http://www.michelsonborges.com/">MICHELSON BORGES</a></p>
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		<title>Pecado contra o Espírito Santo</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2007/02/16/pecado-contra-o-espirito-santo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 20:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[Espirito Santo]]></category>

		<category><![CDATA[pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele é a terceira pessoa da Santíssima Trindade (Mat. 28:19). E é o único agente que leva a pessoa a reconhecer o pecado: “Convencerá o mundo do pecado” (João 16:8). Ele produz o novo nascimento (João 3:1 a 8); guia em toda a verdade (João 16:13); fortalece para a obediência (Efés. 3:16); age no homem (Gên. 8:26); e intercede por nós (Rom. 8:26). Todo pessoal, íntimo trabalho de Deus sobre o ser humano é realizado pelo Espírito Santo. Cada impulso para o bem e para a verdade é implantado por Ele. Cada desejo de santidade é nutrido por Ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-94 alignnone" title="Pecado_EspiritoSanto" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/pecadoespiritosanto.jpg" alt="" width="400" height="165" /></p>
<p> </p>
<p>*PERGUNTA Gostaria de receber uma resposta bem fundamentada sobre o que é o pecado contra o Espírito Santo, e por que para este pecado não há perdão.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: left;">*RESPOSTA</p>
<p>Prezado S., como você deve saber, as únicas respostas bem fundamentadas sobre religião são aquelas baseadas nas Escrituras Sagradas. Vejamos, então, o que a Bíblia ensina sobre o pecado contra o Espírito Santo. De Jesus temos a confortante e animadora promessa: “E por isso vos declaro: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens” (Mat. 12:31). Graças a Deus por essa gloriosa certeza! Qual o significado, então, do final do versículo 31? “&#8230;mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada” (Veja também Mar. 3:28 e 29.) Para compreender essa passagem é preciso entender quem é e qual a obra do Espírito Santo. Ele é a terceira pessoa da Santíssima Trindade (Mat. 28:19). E é o único agente que leva a pessoa a reconhecer o pecado: “Convencerá o mundo do pecado” (João 16:8). Ele produz o novo nascimento (João 3:1 a 8); guia em toda a verdade (João 16:13); fortalece para a obediência (Efés. 3:16); age no homem (Gên. 8:26); e intercede por nós (Rom. 8:26). Todo pessoal, íntimo trabalho de Deus sobre o ser humano é realizado pelo Espírito Santo. Cada impulso para o bem e para a verdade é implantado por Ele. Cada desejo de santidade é nutrido por Ele. Seu trabalho é tão indispensável à convicção, conversão, arrependimento, segurança, enfim, a cada operação da divina graça, que nada disso poderia ocorrer sem Ele. Mas continua a pergunta: O que é o pecado contra o Espírito Santo? Esse pecado não é feito por um único ato, num instante, mas sim por etapas. Vejamos como pode acontecer: 1.</p>
<p>Vez após vez Jesus, mediante o Espírito Santo, bate à porta do coração e pede entrada (Apoc. 3:20). Quem não abre a porta e O deixa esperando do lado de fora, dá assim o primeiro passo: entristece o Espírito Santo (Efés. 4:30). 2. Talvez com medo de que Ele force entrada, essa pessoa resiste, usa toda força possível para Ele não entrar, pois não deseja ter Sua companhia – é o segundo passo (Atos 7:51). 3. Para ter certeza de que Ele não incomodará mais, procura abafá-Lo, apagá-Lo (I Tess. 5:19). É o terceiro passo. 4. Então, de tanto resistir, a consciência e o coração se tornam endurecidos (Heb. 3:13). 5. Finalmente o Espírito Santo o abandona. Que triste fim! Na Bíblia temos muito exemplos dessa triste experiência. Os antediluvianos (Gên. 6:3, 5, 11 e 12); Faraó (Êxo. 8:15); Judas (Luc. 22:3); alguns fariseus (Mat. 12:24). Portanto, o pecado contra o Espírito Santo é a persistente rejeição aos apelos dEle. Na verdade, não é que Deus não esteja disposto a perdoar, é o pecador que já não quer o perdão. E pecado do qual não há arrependimento e confissão, não pode ser perdoado. Freqüentemente pessoas sinceras expressam o temor de haverem cometido o pecado imperdoável. Lembremos que enquanto alguém crê de todo o coração que Jesus é o Filho do Deus vivo e o Salvador do mundo, enquanto deseja a salvação, pode estar certo de que não cometeu o pecado imperdoável. Satanás empenha-se em desanimar as pessoas fazendo-as crer que cometeram o pecado imperdoável. Assim as leva a abandonar a esperança e perder-se. A pessoa que endureceu o coração aos apelos do Espírito Santo nunca mais sente desejo de se arrepender, nem se importa com sua salvação. Como evitar pecar contra o Espírito Santo?</p>
<p>Há pelo menos três maneiras:</p>
<p>1. Conservando o coração sensível aos menores apelos do Espírito, e respondendo “fala, porque o Teu servo ouve” (I Sam. 3:10).</p>
<p>2. Tendo cuidado para não resistir voluntariamente à conhecida vontade de Deus (Isa. 50:5). 3.</p>
<p>3.Cultivando o hábito de pronta obediência quando Deus assim o exigir (Sal. 18:44; 119:60).</p>
<p style="text-align: right;">Respondido por: <a href="http://www.michelsonborges.com/">MICHELSON BORGES</a></p>
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		<title>2300 tarde e manhãs</title>
		<link>http://portalja.com.br/site/2007/02/16/2300-tarde-e-manhas/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 20:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos históricos bem abalizados demonstram que, até meados do século 19, a grande maioria dos comentaristas bíblicos protestantes interpretava as 2.300 "tardes e manhãs" como 2.300 anos
Essa mesma interpretação continuou sendo aceita nos círculos protestantes pelo menos até o final do século 19. Existem várias razões que nos levam a aplicar o princípio "dia-ano" de interpretação profética às 2.300 tardes e manhãs. Uma delas é o relacionamento entre as 2.300 tardes e manhãs e as 70 semanas de Daniel 9:24-27. A visão sobre as 70 semanas foi dada a Daniel como explicação adicional à visão das 2.300 tardes e manhãs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"> </p>
<div>
<table class="MsoNormalTable" style="width: 100%; mso-cellspacing: 1.5pt; mso-yfti-tbllook: 1184;" border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr style="height: 21.05pt; mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes;">
<td style="width: 324.75pt; height: 21.05pt; background-color: transparent; border: #f0f0f0; padding: 0.75pt;" width="433">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-69" title="2300tardemanhas" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/2300tardemanhas.jpg" alt="" width="400" height="175" /></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="background-color: transparent; border: #f0f0f0; padding: 0.75pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;">*PERGUNTA: O período que para nós corresponde as 2.300 tardes e manhãs (ver Dan. 8:14) começou em 457a.C e terminou em 1844, certo? O problema é que nesse período se passaram 2.301 anos. Como explicar isso? De 457 a 0 e de 0 a 1844 = 2.301. – F.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>*RESPOSTA: Estudos históricos bem abalizados demonstram que, até meados do século 19, a grande maioria dos comentaristas bíblicos protestantes interpretava as 2.300 &#8220;tardes e manhãs&#8221; como 2.300 anos (veja os citados por LeRoy E. Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, págs. 204-268; ou Alberto R. Timm, O Santuário e as Três Mensagens Angélicas [Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2000], págs. 21-25). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;">Essa mesma interpretação continuou sendo aceita nos círculos protestantes pelo menos até o final do século 19. Existem várias razões que nos levam a aplicar o princípio &#8220;dia-ano&#8221; de interpretação profética às 2.300 tardes e manhãs. Uma delas é o relacionamento entre as 2.300 tardes e manhãs e as 70 semanas de Daniel 9:24-27. A visão sobre as 70 semanas foi dada a Daniel como explicação adicional à visão das 2.300 tardes e manhãs (ver Dan. 8:14, 26 e 27; 9:20-27).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Nessa explicação, o único ponto de partida mencionado, que deve ser comum a ambos os períodos proféticos, é a expressão &#8220;desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém&#8221; (Dan. 9:25). Essa ordem entrou em vigor em 457 a.C. (ver Esd. 7:13). E não há como fazer com que as 70 semanas se estendam &#8220;até ao Ungido, ao Príncipe&#8221; (Dan. 7:25), entre 27 e 34 d.C., sem que este período seja considerado como 70 semanas de anos, ou seja 490 anos. Agora, se aplicamos o princípio dia-ano às 70 semanas, como grande parte dos comentaristas o fazem, também devemos aplicá-lo às 2.300 tardes e manhãs. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;">Outra razão é o próprio contexto histórico. A visão das 2.300 tardes e manhãs foi dada &#8220;no terceiro ano do reinado do rei Belsazar&#8221; (Daniel 8:1), rei de Babilônia. O cumprimento deveria ocorrer, segundo a própria visão, em &#8220;dias ainda mui distantes&#8221; (Daniel 8:26), estendendo-se &#8220;desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém&#8221; (Dan. 9:25), ou seja de 457 a.C., até o &#8220;tempo do fim&#8221;, o &#8220;último tempo da ira&#8221; e o &#8220;tempo determinado do fim&#8221; (Dan. 8:17 e 19). Se interpretarmos as 2.300 tardes e manhãs como 1.150 dias literais (3 anos e meio) ou mesmo como 2.300 dias literais (7 anos), como alguns fazem, esse período não chegaria ao final do domínio persa, e muito menos ao tempo do fim. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;">Portanto, devemos interpretar as 2.300 tardes e manhãs como 2.300 anos. Mas, conforme você mesmo destacou, de 457 a.C. a 1844, temos 2.301 anos. Isso ocorre porque freqüentemente se esquece de que não houve um ano 0 (zero). A contagem, no calendário, é feita assim: &#8230;- 3, -2, -1, 1, 2, 3&#8230; Jesus não nasceu no ano 0, mas no ano 1. Por isso, levando-se isso em conta, o cálculo das 2.300 tardes e manhãs está correto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: right;" align="right"><span style="font-size: 9.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Respondido por: MICHELSON BORGES</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
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		<title>Mandamento mais importante</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 14:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada é bom deixar claro que a Igreja, quando aplica a disciplina, deve agir tendo em vista a salvação da pessoa e a manutenção do bom nome da organização. Disciplina não é sinônimo de punição, pura e simplesmente. Por isso, encare a disciplina como uma reprovação carinhosa com o objetivo de ajudá-la em sua vida espiritual. Evidentemente que todos os pecados são ofensivos a Deus e que os mandamentos têm a mesma importância para Ele. O que ocorre é que algumas transgressões têm maiores repercussões e trazem conseqüências mais graves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="mandamentoimportgnd" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/mandamentoimportgnd.gif" alt="" width="400" height="175" /> </p>
<p>*PERGUNTA</p>
<p>Irmão gostaria de saber qual dos mandamentos é mais importante para Deus? Pergunto isso porquê eu trabalhei um sábado e fui disciplinado por três meses. Um outro irmão da mesma igreja, teve uma briga feia de porradas e tudo mais, com outro irmão que não é da nossa igrega, e este referido irmão foi disciplinado apenas um mês. Uma outra irmã patrocinou uma festa de santo antonio na igreja católica, e ela só pegou um mês de disciplina. Estes três erros que cometemos estão na santa lei do Senhor. Agora eu pergunto porquê essa diferênça? Será que para Deus há essa diferênça? Será que Deus Agiria Assim? 14 Pois toda a lei se cumpre numa só palavra, a saber: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. (Gal. 05:14)</p>
<p>*RESPOSTA</p>
<p>Prezada irmã, antes de mais nada é bom deixar claro que a Igreja, quando aplica a disciplina, deve agir tendo em vista a salvação da pessoa e a manutenção do bom nome da organização. Disciplina não é sinônimo de punição, pura e simplesmente. Por isso, encare a disciplina como uma reprovação carinhosa com o objetivo de ajudá-la em sua vida espiritual. Evidentemente que todos os pecados são ofensivos a Deus e que os mandamentos têm a mesma importância para Ele. O que ocorre é que algumas transgressões têm maiores repercussões e trazem conseqüências mais graves. Por exemplo: o adultério arrasa vidas e afeta mais pessoas do que a transgressão do sábado, por exemplo. Ambos são pecado, mas os efeitos sobre a igreja e mesmo sobre as pessoas mais chegadas (como parentes) são diferenciados. Ao analisar um caso de disciplina, a Comissão da Igreja deve levar tudo isso (e outros aspectos mais) em consideração, podendo o tempo de disciplina variar, dependendo do caso. Tente não ver essa situação com rancor, nem comparar sua disciplina com a de outros (mesmo que eventualmente tenha havido algum equívoco de julgamento), mas aproveite o momento para fazer uma análise de sua vida espiritual e renovar seus votos de compromisso com Deus. O mais importante é você se apegar a Cristo e decidir seguir em frente, com Ele. Que Deus a abençoe.</p>
<p>Respondido por: <a href="http://www.michelsonborges.com/">MICHELSON BORGES</a></p>
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