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	<title>PortalJA &#187; imortalidade</title>
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	<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:29:25 +0000</pubDate>
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		<title>Alma e Ressureição - Imortalidade da Alma</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 14:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-87" title="imortalmagrand" src="http://portalja.com.br/wp-content/uploads/2008/08/imortalmagrand.jpg" alt="" width="400" height="165" /></strong></p>
<p><strong>Se os mortos permanecem em estado de inconsciência, como explicar que a ‘alma’ de Raquel saiu dela por ocasião de sua morte? (Gn 35:18)<br />
</strong><em>Por Alberto R. Timm</em></p>
<p>A palavra “alma”, empregada em Gênesis 35:18 por algumas versões da Bíblia (João Ferreira de Almeida, Bíblia de Jerusalém, Lutero [original], Reina-Valera, King James Version, Revised Standard Version, New American Standard Bible), é a tradução do termo hebraico <em>nêfesh</em>. Este termo aparece 755 vezes no Antigo Testamento e foi traduzido em outros textos, pela Versão Almeida Revista e Atualizada (2.ª edição), por exemplo, como “pessoa” (Gn 14:21; Nm 5:6; etc.), “ser” (Gn 1:20; 2:19; 9:10; etc.), “alma” (Gn 2:7; Dt 10:22; etc.) e “vida” (Gn 9:4 e 5; 1Sm 19:5; Sl 31:13; etc.).<br />
Existem várias razões que nos levam a crer que o termo <em>nêfesh </em>seria melhor traduzido em Gênesis 35:18 como “vida” do que como “alma”. Em primeiro lugar, o próprio relato bíblico da Criação esclarece que o ser humano não <em>possui </em>uma alma, mas <em>é </em>uma “alma [<em>nêfesh</em>] vivente” (Gn 2:7). O mesmo termo (<em>nêfesh</em>) usado em Gênesis 2:7 para referir-se à totalidade do ser humano é empregado também para designar tanto os “seres [<em>nêfesh</em>] viventes” que povoam as águas (Gn 1:20) como os animais da terra e as aves do céu (Gn 2:19; 9:10). A despeito de assumir, por vezes, significados mais específicos (Dt 23:24; Pv 23:2; Ec 6:7; etc.), <em>nêfesh </em>jamais é usado para designar qualquer entidade que continue consciente depois de separada do corpo. Pelo contrário, as Escrituras declaram explicitamente que a <em>nêfesh </em>pode morrer (Nm 31:19; Jz 16:30), e que “a alma [<em>nêfesh</em>] que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4).<br />
Comentando o texto de Gênesis 35:18, Derek Kidner declara que “no Antigo Testamento a alma não é concebida como entidade separada do corpo, com existência própria (como no pensamento grego), mas, antes, como a vida, que aqui se esvai” (<em>Gênesis: Introdução e Comentário</em>, São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1979, p. 163). Oscar Cullmann assegura que também no Novo Testamento a esperança de vida eterna não se fundamenta na teoria grega da imortalidade da alma, mas na doutrina bíblica da ressurreição dos mortos (<em>Immortality of the Soul or Resurrection of the Dead? </em>Londres: Epworth, 1958).<br />
Procurando preservar o sentido original do texto bíblico, algumas traduções da Bíblia têm vertido o termo <em>nêfesh</em>, em Gênesis 35:18, por exemplo, como “suspiro” (Bíblia na Linguagem de Hoje, Tradução Ecumênica, New English Bible, Living Bible, New International Version) e “vida” (Moffatt, Lutero [revisada de 1984]). A Tradução Ecumênica (Loyola) verte a parte inicial de Gênesis 35:18 como: “no seu último <em>suspiro</em>, no momento de morrer, ela&#8230;”. E a Bíblia na Linguagem de Hoje diz: “Porém, ela estava morrendo. E, antes de dar o último <em>suspiro</em>&#8230;”. Desta forma, o texto pode ser perfeitamente harmonizado com outras passagens bíblicas que falam que os mortos permanecem em estado de completa inconsciência (ver Sl 115:17; 146:4; Ec 3:9, 20; 9:5, 6 e 10; etc.).<br />
<strong>Fonte: </strong><em>Sinais dos Tempos</em>, maio/junho de 2000. p. 21</p>
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